
Não conheço o cinzento, apenas branco ou preto
Sendo que nem branco nem preto são cores
Branco é a mistura de todas
Preto é isenção total
Pois, isto reflecte bem aquilo que sou, aquilo que é a minha vida
Hoje, por exemplo, tive branco e preto
Branco pela “mistura de todos” os sucessos profissionais
Preto pela “total isenção” de emoções
No dia em que fica claro que a pessoa que acreditei ser a minha melhor amiga, durante 16 anos, não o é
No dia em que fica transparente como a água que tenho de me conformar com a perda de alguém
No dia que percebo que nada muda, salvo o que tu não desejes mesmo que mude
Em que percebo que as palavras... leva-as o vento
Nesse mesmo dia, concretizo algumas das mais importantes situações profissionais pendentes
No mesmo dia, percebo que sou realmente bom naquilo que faço
Que não perdi qualidades e que o futuro apenas depende de mim
Estranho, pois este preto e branco parece não ter fim
Curioso como preto e branco deveriam, em conjunto, formar um tom cinzento
Curioso como no meu caso, nunca o formam e estão sempre separados de forma bem distinta
Há dias em que as referidas situações profissionais, que hoje formaram o branco, são negro
E em que as situações pessoais que hoje eram negro... são brancas como a neve que ainda ontem me acompanhou
Curiosa a vida e a forma como lidamos com as coisas
Pergunto-me se as cores, isenção de cor ou mistura de todas está dependente da forma como as vês
Como gostaria de acreditar que é assim, que tudo depende da perspectiva... de nós
Mas na realidade, a minha perspectiva, é a minha perspectiva porque é aquela que me caracteriza
É aquela que faz de mim a pessoa que sou, com os sucessos que referi, com os desgostos que mencionei
Será que eu gostaria de ser um pouco mais cinzento? Sinceramente? Acho que não...
Gosto de ser único, de ter a minha própria visão, de me desgastar com inutilidades e de lutar pelo que qualquer um desistiria
Gosto de ser amado e desprezado, de estar em euforia ou em depressão, de percorrer largas distâncias, inimagináveis, para, de seguida, dormir sem parar
Sou eu, sou assim, incompreendido por muitos, até por mim próprio
Invejado por outros, pela capacidade de atingir o inalcançável
Admirado e valorizado por alguns, por tudo aquilo que vou construindo
Independentemente disso... sou, está em mim e por muito que me convença do contrário... sou:
PRETO e BRANCO!
Sendo que nem branco nem preto são cores
Branco é a mistura de todas
Preto é isenção total
Pois, isto reflecte bem aquilo que sou, aquilo que é a minha vida
Hoje, por exemplo, tive branco e preto
Branco pela “mistura de todos” os sucessos profissionais
Preto pela “total isenção” de emoções
No dia em que fica claro que a pessoa que acreditei ser a minha melhor amiga, durante 16 anos, não o é
No dia em que fica transparente como a água que tenho de me conformar com a perda de alguém
No dia que percebo que nada muda, salvo o que tu não desejes mesmo que mude
Em que percebo que as palavras... leva-as o vento
Nesse mesmo dia, concretizo algumas das mais importantes situações profissionais pendentes
No mesmo dia, percebo que sou realmente bom naquilo que faço
Que não perdi qualidades e que o futuro apenas depende de mim
Estranho, pois este preto e branco parece não ter fim
Curioso como preto e branco deveriam, em conjunto, formar um tom cinzento
Curioso como no meu caso, nunca o formam e estão sempre separados de forma bem distinta
Há dias em que as referidas situações profissionais, que hoje formaram o branco, são negro
E em que as situações pessoais que hoje eram negro... são brancas como a neve que ainda ontem me acompanhou
Curiosa a vida e a forma como lidamos com as coisas
Pergunto-me se as cores, isenção de cor ou mistura de todas está dependente da forma como as vês
Como gostaria de acreditar que é assim, que tudo depende da perspectiva... de nós
Mas na realidade, a minha perspectiva, é a minha perspectiva porque é aquela que me caracteriza
É aquela que faz de mim a pessoa que sou, com os sucessos que referi, com os desgostos que mencionei
Será que eu gostaria de ser um pouco mais cinzento? Sinceramente? Acho que não...
Gosto de ser único, de ter a minha própria visão, de me desgastar com inutilidades e de lutar pelo que qualquer um desistiria
Gosto de ser amado e desprezado, de estar em euforia ou em depressão, de percorrer largas distâncias, inimagináveis, para, de seguida, dormir sem parar
Sou eu, sou assim, incompreendido por muitos, até por mim próprio
Invejado por outros, pela capacidade de atingir o inalcançável
Admirado e valorizado por alguns, por tudo aquilo que vou construindo
Independentemente disso... sou, está em mim e por muito que me convença do contrário... sou:
PRETO e BRANCO!

